Hospital ou Postinho

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Será que o que conhecemos como sistema de saúde, é o que deveria ser?

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Eu sempre fui uma pessoa estabanada e vivia me machucando quando brincava.

Já fui, muitas vezes, parar em hospitais para levar pontos, pelo mundo afora.

O pior, é que até hoje sou assim.

Me lembro de quando eu morava em Belo Horizonte, tive que ir ao hospital, pois tinha decepado boa parte do meu polegar, ao tentar cortar alguns galhos de árvore.

Chegando lá, onde era considerado um dos melhores hospitais da cidade, primeiramente tive esperar por mais de horas até ser atendido por um médico.

O coitado era o único trabalhando na emergência e estava sobrecarregado. Ele me disse que não dormia a 48 horas.

Analisando a minha ferida, precisava suturar o meu dedo.

Para que ele pudesse me dar uma anestesia, acredite se quiser, ele me mandou ir à farmácia ao lado do hospital e comprar uma seringa, pois as seringas do hospital tinham acabado.

Como não tive outra escolha, fui à farmácia comprei a seringa e voltei para a emergência.

Naquele momento, o médico estava atendendo outra pessoa e tive que esperar mais uma vez.

Quando o médico finalmente pode me atender, o meu dedo já nem sangrava mais. O corte tinha colado com o sangue.

Então, o médico teve que abrir a ferida, limpar para depois poder suturar.

Tenho certeza que na conta que foi enviada para o plano de saúde, a seringa foi cobrada, mesmo não existindo a tal seringa no hospital.

Mesmo assim, eu voltei pra casa feliz, pois o meu dedo ainda estava no lugar e eu não corria risco de perder os movimentos.

Anos depois, me mudei para Dubai, e um dia fui podar um galho da palmeira do vizinho que ficava pendurado na parte de dentro do meu jardim.

Claro que você já adivinhou…

Não me cortei, mas um dos espinhos gigantes da palmeira atravessou a minha unha e se alojou no centro do meu dedo.

Só se via um pontinho preto no meio da unha, mas a dor era surreal.

Eu lembrava de filmes onde pessoas eram torturadas com palitos enfiados embaixo das unhas.

A minha esposa me levou ao hospital, coberto pelo nosso plano de saúde, muito bom, mas longe de ser o melhor da cidade.

Cheguei à recepção, e fui imediatamente levado para uma salinha privada na emergência onde havia um monitor cardíaco e oxigênio e mais um monte de coisas que nem sei para que serviam.

Na mesma hora, a enfermeira já me conectou aos monitores e me deu oxigênio.

Deve ter demorado no máximo, uns cinco minutos para o médico chegar.

Ele me levou para fazer um raio-x para avaliar a extensão do dano e chegou à conclusão que o melhor seria remover a unha para ter acesso ao espinho.

Quando a enfermeira puxou um carrinho para perto de mim e abriu a primeira gaveta, eu quase cai duro.

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No armarinho da enfermeira, tinha mais equipamentos e materiais como seringas, gaze e anestésicos, do que em muitos hospitais do Brasil. Não estou comparando armário com armário, mas sim o armário do hospital de Dubai contra um hospital inteiro no Brasil.

Talvez Você diga:”Ahh, mas você está em Dubai, terra de Sheikh.”

Mas isto não é verdade. É assim pelo mundo todo afora, quando se compara o Brasil com países de primeiro mundo.

Aí eu te pergunto:

Você ter um plano de saúde fantástico, que te dá direito aos melhores hospitais, vai adiantar algo caso você sofra um acidente ou infarto durante uma viagem ao interior?

Não. Você vai ter que se satisfazer com o serviço limitado que o hospital local vai poder te oferecer.

E se observar como tão as coisas no Brasil agora durante a pandemia, a vontade é de sair correndo.

Claro que nenhum país do mundo está vivendo uma situação tranquila com essa pandemia, mas nos países mais desenvolvidos, a população não chega na porta do hospital encontrando a porta fechada com correntes, para que nenhum paciente a mais tente se internar.

Perdi muitas pessoas queridas no Brasil nos últimos meses. Coisa que talvez poderia ter sido evitado se a infraestrutura do Brasil fosse melhor.

Para onde mesmo vai todo aquele dinheiro dos impostos que pagamos aí?

Seria tão bom se TODAS as contas públicas fossem públicas para que a gente pudesse saber para onde o dinheiro tá indo.

Mas se você realmente pensou em sair correndo do Brasil, eu tenho a solução para você.

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Até quando você vai aceitar pagar seus impostos e não ter um sistema de saúde de verdade, tendo que pagar um plano particular para tentar suprir as suas necessidades, mas mesmo assim ainda morrer na fila do hospital?

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Vamo embora

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